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Guia Agro & Pet

Alimentação, prevenção, doenças e manejo — do cachorro e do gato ao rebanho, aos cavalos, suínos e aves.

Conteúdo revisado em agosto de 2026 · orientação educativa
01
Alimentação de cães e gatos

Premium, Premium Especial ou Super Premium?

Esses nomes representam segmentos comerciais. Eles ajudam na comparação, mas não são, sozinhos, um selo oficial de qualidade. A fórmula e os critérios podem mudar de uma marca para outra.

CategoriaO que costuma oferecerO que observar
PremiumBoa relação entre nutrição e preço, com formulação completa para a fase de vida indicada.Pode ter densidade energética e digestibilidade menores que linhas superiores, exigindo uma porção diária diferente.
Premium EspecialFaixa intermediária, geralmente com seleção de ingredientes, digestibilidade e recursos funcionais aprimorados.O significado varia entre fabricantes; compare o rótulo e a quantidade diária recomendada.
Super PremiumTende a apresentar alta digestibilidade, maior concentração de energia e nutrientes e proteínas selecionadas.O preço por quilo é maior, mas a porção pode ser menor. O resultado depende da adequação ao animal.
Antes de escolher, verifique:
  • Espécie, idade e fase de vida
  • Peso adulto e porte esperado
  • Nível de atividade e condição corporal
  • Castração, sensibilidade ou doença diagnosticada
  • Indicação de alimento completo no rótulo
✓

A melhor ração não é apenas a mais cara. É a que atende às necessidades do animal, tem procedência, é bem aceita e mantém peso, fezes, pele e pelagem em boas condições.Veja como fazer a troca gradual →

02
Tamanho, origem e aptidão

Portes e raças: qual é a diferença?

O porte considera principalmente o peso adulto. Já a raça reúne características físicas e comportamentais selecionadas ao longo das gerações. Em qualquer espécie, cada animal continua sendo um indivíduo.

Cães: pequeno, médio, grande e gigante

As faixas são uma referência prática. Fabricantes e padrões de raça podem usar limites diferentes; para filhotes, considere o peso adulto estimado.

🐕

Pequeno porte

Até cerca de 10 kg

Exemplos: Pinscher, Yorkshire, Shih-tzu e Pug

Precisam de grãos e porções adequados ao tamanho da boca e ao gasto energético. Crescem mais rápido e costumam chegar antes à fase adulta.
🦮

Médio porte

Acima de 10 até cerca de 25 kg

Exemplos: Beagle, Border Collie, Cocker Spaniel e Bulldog

O nível de atividade varia muito entre as raças. Peso, rotina e condição corporal importam mais que apenas o tamanho visual.
🐕‍🦺

Grande porte

Acima de 25 até cerca de 45 kg

Exemplos: Labrador, Golden Retriever, Pastor-alemão e Rottweiler

O crescimento deve ser controlado, especialmente nos filhotes. Alimentos próprios ajudam a equilibrar energia e minerais nessa fase.
🐾

Porte gigante

Geralmente acima de 45 kg

Exemplos: Dogue Alemão, São Bernardo e Mastiff

Têm crescimento prolongado e exigem atenção especial a articulações, condição corporal, espaço e manejo alimentar.

Gatos: diferenças que aparecem no corpo e na rotina

Raça ou grupoCaracterísticas geraisAtenção na rotina
SRD (sem raça definida)Grande variedade de tamanhos, pelagens e comportamentosAvaliar cada gato individualmente; raça não define sozinha a personalidade.
SiamêsCorpo esguio, pelo curto; costuma ser ativo, vocal e ligado à famíliaEnriquecimento ambiental, brincadeiras e interação diária.
PersaPelagem longa, perfil facial curto e temperamento geralmente tranquiloEscovação frequente e atenção a olhos, pele e respiração.
Maine CoonGato de grande porte, pelagem semilonga e perfil geralmente sociávelEspaço, escovação, controle de peso e acompanhamento preventivo.
BengalAtlético, curioso, ativo e com pelagem marcadaBrincadeiras desafiadoras, locais altos e bastante atividade.

Temperamento não é garantia de raça. Socialização, ambiente, saúde e experiências também moldam o comportamento.

Bovinos: corte, leite e adaptação

RaçaAptidão principalCaracterísticas gerais
NeloreCorteRusticidade, adaptação ao clima tropical e ampla presença na pecuária brasileira.
AngusCortePrecocidade e qualidade de carne; o manejo deve considerar o clima e o sistema de produção.
BrangusCorteCombina características de Angus e Zebu, buscando carne, precocidade e adaptação.
HolandêsLeiteAlta aptidão leiteira; exige bom manejo nutricional, sanitário e de conforto térmico.
JerseyLeiteAnimal menor, conhecido pelo leite com bons teores de gordura e proteína.
Gir LeiteiroLeiteRaça zebuína com adaptação ao calor e seleção para produção leiteira.
GirolandoLeiteCruzamento de Holandês e Gir, muito utilizado para unir produção e adaptação tropical.

A escolha depende do clima, pastagem, objetivo do criador, genética, manejo e estrutura da propriedade.

Cavalos: raças selecionadas para aptidões diferentes

RaçaAptidão comumCaracterísticas gerais
Mangalarga MarchadorMarcha, sela, lazer e trabalhoRaça brasileira valorizada pelo andamento, docilidade e versatilidade.
Quarto de MilhaTrabalho com gado, provas e velocidade curtaÁgil, forte e capaz de partidas, paradas e mudanças rápidas de direção.
CriouloLida de campo, resistência e provas funcionaisConhecido pela rusticidade e adaptação ao trabalho rural.
CampolinaMarcha, sela e lazerRaça brasileira de maior porte, selecionada para andamento e comodidade.
Puro-Sangue InglêsCorrida e esporteSelecionado para velocidade e desempenho atlético; requer manejo especializado.

Raça não substitui avaliação do animal. Conformação, treinamento, idade, saúde e temperamento devem combinar com a atividade.

03
Reconhecer cedo faz diferença

Doenças e parasitas importantes

Conheça os nomes populares, o que realmente significam, os sinais que pedem atenção e as medidas de prevenção. Esta seção não serve para diagnóstico ou tratamento por conta própria.

🐎
Equinos

Bambeira ou “doença do gambá”

O que é

É o nome popular usado para a mieloencefalite protozoária equina (EPM), uma doença neurológica. O cavalo pode se infectar ao ingerir água ou alimento contaminado por fezes de gambá com o protozoário. Não passa de um cavalo para outro.

Sinais de alerta

Andar cambaleante, fraqueza ou falta de coordenação — muitas vezes desigual entre os lados —, perda de musculatura, cabeça inclinada, dificuldade para engolir ou ficar em pé.

Como prevenir

Guardar ração em recipientes fechados, proteger cochos e depósitos, retirar carcaças e frutas caídas e impedir que gambás acessem alimento e água dos cavalos.

!

Qualquer sinal neurológico é urgência veterinária. Outras doenças podem parecer EPM e o diagnóstico não deve ser feito apenas pelos sintomas.

🐶
Cães

Doença do carrapato

O que é

É um nome popular que geralmente inclui erliquiose e babesiose, transmitidas por carrapatos. Elas atingem células do sangue e podem ocorrer ao mesmo tempo.

Sinais de alerta

Febre, apatia, falta de apetite, mucosas pálidas, fraqueza, sangramentos, manchas na pele, urina escura, vômitos ou perda de peso.

Como prevenir

Proteção carrapaticida adequada ao peso e à idade, inspeção frequente do cão e controle do ambiente, onde ficam ovos e fases jovens do carrapato.

!

Não espere aparecer carrapato no dia da consulta. Palidez, sangramento, prostração intensa ou urina escura precisam de atendimento rápido e exame de sangue.

🐄
Bovinos

Tristeza parasitária bovina

O que é

É um complexo causado por Babesia bovis, Babesia bigemina e Anaplasma marginale. O carrapato-do-boi participa da transmissão, mas manejo, idade, origem dos animais e estabilidade do rebanho mudam o risco.

Sinais de alerta

Febre, anemia, fraqueza, perda de apetite, queda de produção, mucosas pálidas ou amareladas, respiração acelerada e urina avermelhada ou escura em alguns casos.

Como prevenir

Controlar carrapatos com estratégia definida para a propriedade, observar animais recém-chegados, registrar casos e evitar tratamentos químicos repetidos sem avaliar eficácia e resistência.

!

Doença de evolução rápida. Animal febril, isolado, fraco ou com mucosa alterada deve ser examinado pelo veterinário no mesmo dia.

🪰
Bovinos

Mosca-do-chifre

O que é

A Haematobia irritans permanece quase o tempo todo sobre o bovino e se alimenta de sangue várias vezes ao dia. Infestações altas causam irritação, perda de desempenho e piora do bem-estar.

Sinais de alerta

Muitas moscas no dorso, cupim, pescoço e costelas, caudadas, cabeçadas, agrupamento dos animais, inquietação, menor pastejo e queda de ganho de peso ou produção.

Como prevenir

Contar a infestação, tratar apenas quando necessário, preservar inimigos naturais como o besouro rola-bosta e alternar estratégias com orientação — não apenas repetir o mesmo inseticida.

!

O uso contínuo e sem critério favorece resistência. O momento, o produto e o tratamento do lote devem fazer parte do controle integrado.

04
Controle de parasitas internos

Protocolos educativos de vermifugação

O calendário ideal depende de espécie, idade, peso, manejo, clima, exposição e exames. Repetir vermífugo sem critério seleciona parasitas resistentes e pode deixar o criador com um produto que já não funciona.

!

Não dê vermífugo “no olho”. Pese o animal, confira a espécie e a categoria autorizadas na bula e respeite o período de carência para carne e leite. Debilitados, gestantes, lactantes e animais doentes exigem avaliação veterinária.

🐶
Cães

Filhotes

  1. A partir de 2 semanas: primeira vermifugação orientada.
  2. A cada 2 semanas: repetir até duas semanas depois do desmame.
  3. Até 6 meses: em geral, seguir mensalmente.
  4. Cadela que amamenta: tratar junto com a primeira dose dos filhotes, somente com produto apropriado.
🐱
Gatos

Filhotes

  1. A partir de 3 semanas: primeira vermifugação orientada.
  2. A cada 2 semanas: repetir até duas semanas depois do desmame.
  3. Até 6 meses: em geral, seguir mensalmente.
  4. Gata que amamenta: tratar junto com a primeira dose dos filhotes, conforme orientação.
🐾
Cães e gatos

Adultos

  1. Baixo risco: avaliação periódica e exame de fezes; uma referência geral é pelo menos quatro controles ao ano.
  2. Maior risco: animais que caçam, comem carne crua, saem à rua ou convivem com crianças podem precisar de controle mensal.
  3. Alternativa: exames de fezes mensais ou trimestrais podem orientar o tratamento.
  4. Sempre junto: recolher fezes, controlar pulgas e manter ambiente e caixas de areia limpos.
🐄
Bovinos a pasto

Protocolo-base para gado

1. Separar por risco

Dar atenção especial a bezerros e animais jovens, sobretudo entre a desmama e cerca de 24 meses. Adultos não precisam ser tratados automaticamente se o rebanho estiver bem acompanhado.

2. Medir antes

Usar peso real ou fita de pesagem, escore corporal, histórico e, quando possível, exame de fezes. Subdose aumenta a chance de falha e resistência.

3. Planejar na seca

Em bovinos a pasto, o início, o meio e o fim da época seca são pontos estratégicos de avaliação. As datas devem acompanhar o clima da propriedade, e não um calendário cego.

4. Conferir o resultado

Registrar produto, princípio ativo, lote e data. O veterinário pode comparar exames antes e depois para verificar se o vermífugo continua eficaz.

5. Manejar junto

Evitar superlotação, cuidar de água e cochos, separar animais muito debilitados e não trocar ou combinar princípios ativos sem critério técnico.

🐎
Equinos

Protocolo-base para cavalos

1. Contagem de ovos

Fazer exame de fezes uma ou duas vezes ao ano para classificar cada cavalo como baixo, médio ou alto eliminador de ovos.

2. Base para adultos

Todos recebem um controle básico uma ou duas vezes ao ano; os altos eliminadores podem precisar de tratamentos adicionais definidos pelo exame.

3. Testar eficácia

Realizar teste de redução da contagem de ovos periodicamente — de preferência anual no plantel — para detectar resistência ao produto usado.

4. Potros são diferentes

Potros e animais jovens exigem protocolo próprio, porque parasitas, riscos e intervalos não são iguais aos dos adultos.

5. Reduzir contaminação

Retirar fezes, evitar excesso de lotação, alternar piquetes quando possível e não colocar alimento diretamente no chão.

O princípio ativo correto depende do parasita e da eficácia observada na propriedade. Nem todo vermífugo cobre todas as espécies, e a prevenção de dirofilariose em cães exige avaliação específica.

05
Prevenção de doenças

Protocolos educativos de vacinação

Vacinas precisam de conservação correta, exame clínico, aplicação adequada e registro. O médico-veterinário define quais são essenciais ou indicadas pelo risco local e pela bula do produto escolhido.

🦵
Bovinos · clostridiose

Carbúnculo sintomático ou manqueira

Doença aguda causada principalmente por Clostridium chauvoei. É mais comum em bovinos jovens e pode causar febre, manqueira, inchaço muscular quente que depois fica frio e com gás, além de morte rápida.

Protocolo de referência

Iniciar na idade indicada na vacina — com frequência por volta de 3 a 4 meses —, repetir a dose cerca de 30 dias depois na primeira vacinação e revacinar a cada 6 ou 12 meses conforme a bula, o risco e o plano da fazenda.

🧠
Bovinos · intoxicação

Botulismo

É uma intoxicação pela toxina de Clostridium botulinum. Pode ocorrer quando o gado ingere ossos, carcaças, água ou alimento contaminado e provoca fraqueza, dificuldade de mastigar e engolir, paralisia flácida e morte.

Protocolo de referência

Na primeira vacinação, normalmente são necessárias duas doses com 4 a 6 semanas de intervalo; depois, reforço anual ou conforme a bula e o risco. Vacina não substitui mineralização, retirada de carcaças e proteção de água e alimento.

!

O carbúnculo sintomático e o botulismo podem estar na mesma vacina polivalente, mas isso não é garantido. Confira no rótulo quais antígenos o produto cobre e nunca considere a primeira dose isolada como protocolo completo.

🐶
Cães

Calendário de referência

6 a 8 semanas

Início das vacinas essenciais contra cinomose, adenovírus/hepatite e parvovirose, conforme produto e avaliação.

A cada 2 a 4 semanas

Repetir a série até pelo menos 16 semanas. Em situações de alto risco, o veterinário pode prolongar o protocolo.

Por volta de 6 meses

A diretriz WSAVA recomenda considerar uma dose essencial a partir de 26 semanas para reduzir a janela de suscetibilidade.

Raiva e leptospirose

Seguir legislação, risco regional e bula. A leptospirose geralmente exige duas doses iniciais e reforços periódicos.

Adultos

Reforços conforme tipo de vacina, duração indicada na bula, risco e orientação veterinária.

🐱
Gatos

Calendário de referência

6 a 8 semanas

Início da vacina essencial contra panleucopenia, herpesvírus e calicivírus.

A cada 2 a 4 semanas

Repetir a série até pelo menos 16 semanas.

A partir de 26 semanas

Dose adicional recomendada para reduzir o risco de falha causada por anticorpos maternos.

Raiva

Recomendada onde a doença é endêmica; frequência conforme legislação e duração indicada no produto.

FeLV

Para gatos jovens ou com risco de exposição: testar antes, aplicar a série inicial e reforçar conforme risco e bula.

🐄
Bovinos e bubalinos · São Paulo

O que é obrigatório e o que depende do rebanho

Vacina ou grupoReferência para o manejoSituação
BruceloseFêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses: dose única B19. Em bovinos, a RB51 pode substituir a B19. Aplicação sob responsabilidade de veterinário cadastrado e com declaração oficial.Obrigatória
Febre aftosaSão Paulo suspendeu a vacinação em 2024. O armazenamento, a comercialização e o uso da vacina são proibidos; permanece a vigilância e a notificação de sinais suspeitos.Não vacinar em SP
Raiva dos herbívorosEm áreas e propriedades de risco: primeira dose, reforço após 30 dias e depois revacinação semestral ou anual, conforme a Defesa Agropecuária e o veterinário.Conforme risco
Carbúnculo sintomáticoSérie inicial com duas doses e reforços periódicos. Prioridade para animais jovens; confirmar idade inicial, intervalo e revacinação na bula da vacina.Plano sanitário
BotulismoSérie inicial com duas doses e reforço periódico em rebanhos de risco. Deve ser acompanhado de suplementação mineral e prevenção de acesso a ossos, carcaças e água contaminada.Plano sanitário
IBR, BVD, leptospirose e outras reprodutivasDefinir antes da estação reprodutiva conforme histórico, exames, compra de animais e objetivo do rebanho.Plano sanitário
!

Regras sanitárias podem mudar. Antes de vacinar ou movimentar o rebanho, confirme o calendário com a Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo e o médico-veterinário responsável.

06
Aplicação externa em bovinos

Protocolo seguro para produtos pour-on

“Pour-on” é a forma de aplicação do produto sobre a linha do dorso. Não é um princípio ativo e não significa que todos controlam os mesmos carrapatos, moscas, bernes ou vermes.

1

Defina o alvo. Confirme qual parasita será controlado e se o produto é autorizado para bovinos, idade, categoria e vacas em lactação.

2

Pese e calibre. Calcule pela concentração da bula, confira o aplicador e use luvas, botas e demais equipamentos recomendados.

3

Observe o clima e o couro. Aplique no animal contido, com o dorso seco e sem excesso de barro; chuva próxima pode reduzir a eficácia de alguns produtos.

4

Aplique como a bula manda. Distribua o volume no trecho indicado da linha dorsal, garantindo contato correto e evitando desperdício, olhos, boca e pele do aplicador.

5

Registre e respeite a carência. Anote produto, princípio ativo, lote, dose, data e animal/lote. Cumpra rigorosamente a retirada para carne e leite.

6

Verifique a eficácia. Conte parasitas antes e no período indicado após o tratamento. Não encurte intervalo nem alterne princípios ativos “no escuro”.

07
Pequenas criações e produção

Cuidados com suínos e aves

A alimentação muda conforme espécie, fase e objetivo. Vacinação, vermifugação e medicamentos também precisam considerar a realidade sanitária da criação — não existe um calendário único para toda granja ou todo quintal.

🐷
Suínos

Cada fase pede um manejo

🐖

Leitões

Colostro nas primeiras horas, calor, ambiente seco, água limpa, ração pré-inicial e atenção imediata a diarreia, fraqueza e baixa ingestão.

🐷

Crescimento

Ração de crescimento, água à vontade, lotes equilibrados, ventilação e acompanhamento de tosse, ganho de peso, pele e fezes.

⚖️

Terminação

Ração específica da fase, conforto térmico, pesagem, prevenção de lesões e respeito ao período de carência de todo medicamento.

🤱

Matrizes

Condição corporal, nutrição de gestação e lactação, vacinação definida para a granja e higiene da maternidade antes de cada lote.

🐗

Reprodutores

Piso seguro, controle de peso, casco e aprumos, quarentena de entrada, exames e plano sanitário reprodutivo.

Protocolo básico de biosseguridadeQuarentena de animais novosLimpeza entre lotesControle de roedoresÁgua de qualidadeRegistro de vacinas e medicamentos
!

Febre alta, manchas vermelhas ou arroxeadas, sinais hemorrágicos ou mortes em grupo: isole o lote, não movimente os animais e acione imediatamente o médico-veterinário e o serviço oficial de defesa sanitária.

🐔
Aves

Nutrição, água e prevenção

🐣

Pintinhos

Ração inicial adequada à espécie, fonte de calor, cama seca, proteção contra correntes de ar e água sempre limpa.

🐔

Crescimento e corte

Ração de crescimento ou engorda, espaço, ventilação, comedouros limpos e observação diária de consumo e ganho.

🥚

Postura

Ração de postura com equilíbrio mineral, ninhos limpos, água contínua e atenção à qualidade da casca e queda de produção.

🐦

Pássaros e ornamentais

Alimento específico para cada espécie e fase. Mistura de sementes não substitui automaticamente uma dieta completa.

Rotina saudável
  • Limpar bebedouros e oferecer água fresca todos os dias
  • Guardar ração seca, fechada e protegida de roedores
  • Separar aves novas ou doentes e evitar contato com aves silvestres
  • Manter cama seca, ventilação e lotação adequadas
Vacinação

O programa depende da espécie, finalidade, origem, idade e risco regional. Vacinas na água, spray ou injetáveis exigem conservação e técnica corretas. Para Newcastle e outras doenças oficiais, siga o responsável técnico e a Defesa Agropecuária.

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Mortalidade súbita, queda intensa de consumo, sinais respiratórios ou neurológicos em várias aves: não venda, não transporte e não medique o lote sem diagnóstico. Procure o veterinário e comunique a Defesa Agropecuária.

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Fale com a equipe da Agropecuária Cafelândia e informe espécie, idade, peso, fase e objetivo do animal.

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